Segunda feira partilho o primeiro album da época 2020-2021 mais uma surpresa do AL

sábado, 19 de abril de 2008

Ser ou não ser treinador, quem sabe!

Curso de Treinador Nível I Hóquei Patins

Ultimo dia de formação domingo novamente as 9:00, teste teórico, estudei para este dia, mas as 520 folhas de matéria eram doze para quem tem outras actividades durante o dia (trabalha), mesmo assim mais uma vez apliquei-me, se vai dar ou não frutos só quando sair o resultado final é que podemos verificar.

― Que manha, três horas a executar um teste escrito sem condições (escrevíamos com as folhas em cima dos joelhos), já não consigo dizer quantas perguntas tinha o teste mas que eram muitas eram, não as fiz todas, pelo menos duas lembro-me que não sabia, as outras tirando duas que fiz a sorte espero que estejam certas pois só assim poderei atingir o objectivo que me propôs no inicio.

― Não devo esquecer que no início deste dia entreguei o trabalho que todos tínhamos que apresentar, mais uma vez para o elaborar com alguma qualidade efectuei observações em diversos pavilhões para analisar as formas de treino de cada equipa passando pelo clube onde todas as semanas o meu filho treina (aqui nada de novo), pelo Gulpilhares, Carvalhos, Infante Sagres, Nortecoop, Paço de Rei e FCP, as observações efectuadas neste clubes contribuíram de alguma forma para a execução do meu trabalho.

Conclusão passei uns dias e noites com pessoas que sabem e gostam desta modalidade, ― Como eu aprendi bastante, não me canso de dizer que todos os que de alguma forma têm a ver com esta modalidade deveriam se não tirar um curso de treinador, então frequentar uma formação sobre a respectiva modalidade, se assim fosse, muita das asneiras que escuto nas bancadas deixavam de ser ditas, a modalidade crescia com qualidade, sei que isto parece uma utopia, mas é a minha opinião nada mais.

Quanto ao curso, julgo ter ficado um pouco aquém do que esperava encontra, foi muito teórico e pouco prático.

Os prelectores eram conhecedores da meteria e conseguiram manter o interesse durante todo o curso, expuseram com clareza as suas opiniões e na sua maioria compreenderam a motivação de cada formando para ali estar.

Termino esta descrição da minha aventura sem ainda saber o resultado final, contudo se for positivo ficarei extremamente contente, caso seja negativo como é normal vou ficar triste (pouco me interessa o que venham a dizer os outros), mas uma coisa ficara sempre comigo o conhecimento que adquiri sobre a modalidade.

FIM
António Lopes

Ser ou não ser treinador, quem sabe!

Curso de Treinador Nível I Hóquei Patins

Penúltimo dia de formação, teste pratico. Como sempre inicio as 9:00 horas de Sábado, neste dia “todos” nos apresentamos equipados pois o teste consistia em nós dirigir-mos um treino a miúdos “ Infantis A da Nortecoop”, ― Gostava que tivessem visto, eu parecia um “treinador”, entrei para o recinto de fato de treino, com apito, cronometro, marcador e quadro táctico (igual ao que alguém deu ao treinador do meu filho e que nunca usa), não posso esconder que estava nervoso, ― Era a minha primeira vez…

Como éramos muitos fomos agrupados dois a dois, apesar de existir um bom relacionamento entre todos neste dia as amizades pessoais prevaleceram juntaram-se os amigos, eu fiquei para o fim sem parceiro, como eu estava o Viterbo (jogador da AAE em seniores), passou a ser esta a dupla da AAE o Lopes /Viterbo, o exercício que nos saiu foi “ dois mais guarda-redes contra dois mais guarda-redes), em que deveria estar sempre presente nos atletas o passe, a desmarcação e a recepção “equipa com bola” a outra equipa deveria ter a mesma intenção mas no sentido de proteger a sua baliza e sempre que possível a recuperação da bola, tínhamos algum tempo para trabalhar, fomos até ao café e lá trocamos ideias para por em pratica no respectivo treino, rapidamente chegamos aos três exercícios que iríamos aplicar.

Chegou a nossa vez, os nervos estava no ponto máximo… mas logo dei inicio a colocação dos pinos para balizar o espaço onde os atletas iriam efectuar o primeiro exercício, ― assim relaxei um pouco, falamos com eles explicando o objectivo do exercício e forma como deveria ser executado, tínhamos que intervir para demonstrar atitude de orientação, ― foi o que fiz, apitei reuni os atletas de forma que todos me pudessem escutar e alertei para o que estavam e fazer de menos correcto, o avaliador o Prof. Luís Gouveia aproximou-se para escutar e lá ia apontando na sua tabela. Posso dizer sem qualquer preconceito que o Viterbo foi um bom colega de trabalho ajudou-me e fez com que eu me sentisse mais a vontade dentro do recinto para ele o meu obrigado.

Chegou ao fim a nossa fase de treino pela opinião do avaliador não estivemos mal, mas, como seria normal quem estava de fora notou o meu nervosismo inicial, quanto aos exercícios foram bem elaborados e aplicados aos atletas.
Continua...
AL

Pensamento

Um pouco de tolerância, um pouco de senso e ainda um pouco de humor, e você não imagina como poderia tornar agradável a sua permanência neste Planeta!

Somers Maugham

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Jogo da AAE com o Juventude Pacence (Escolares)

Análise de domingo à tarde.

Jogo realizado no pavilhão da AAE, no domingo pelas 16:00.
Se na semana passada disse que também nos miúdos o excesso de confiança os traía, não fugi a verdade, pois a displicência com que encararam a partida anterior foi notória e o resultado seu espelho, durante a semana, o treinador fez ver aos seus atletas que é fundamental nunca desprezar o valor da equipa contraria, assim sendo, devem ter sempre presente que os jogos decidem-se em pormenores, que por pequenos que pareçam, são de estrema importância, um deles é uma boa atitude desportiva de todos os atletas durante a partida desde o seu inicio até ao apito final.
Neste jogo de domingo fomos testemunhas disso mesmo, a equipa entrou personalizada, com boa atitude e nunca no seu subconsciente esteve presente que o jogo seria fácil, notava-se da bancada.
No primeiro período, a Juventude Pacence foi surpreendida com a solidez defensiva e eficácia no ataque, pois os mochos não permitiram sequer que o seu guarda-redes efectuasse uma defesa e por sua vez no ataque marcaram quatro golos alguns de belo efeito, e com este resultado terminou o primeiro período.
No segundo período as dificuldades habituais, uma equipa jovem que muito tem ainda que aprender, mas mesmo assim conseguiram obter mais um golo, quanto a Juventude Pacence, neste período encurtou a diferença entre equipas (na qualidade), tornando o jogo mais agradável de seguir.
No terceiro período, tivemos o prazer de ver a reacção positiva da Juventude Pacence, entrou muito personalizada, pressionou bastante e criou varias oportunidades de golo, mas os mochos estão excelentemente servidos de guarda-redes e nesta fase da partida deve-se a ele a não alteração do marcador, já nos últimos 18 segundos deste período ambas as equipas conseguiram aquilo que é o objectivo final do jogo, um golo para cada lado, mantendo-se a diferença no marcador que vinha do período anterior.
No último período apesar do resultado parecer já estar feito, os mochos marcaram novo golo no início da partida, mas, a partir daqui, voltou o jogo individualista e quando assim é dificilmente o resultado sofre alteração.
Vitória justa e merecida da melhor equipa, quanto a Juventude Pacence trabalhou bastante e a espaços poderia ter marcado mais um golo que os poderia motivar.


Arbitragem, excelente.


Equipa inicial: João, Pedro (1), José Pedro (1), Edgar (3) e Eduardo
Jogaram ainda: Joel, Diogo, Henrique (1) e Nuno (1)
Mister Daniel Machado
Resultado final: AAE 7 Juventude Pacence 1
AL