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terça-feira, 13 de maio de 2008

Jogo Valongo com AAE (Escolares) Segunda parte

Análise de domingo à tarde

― Dentro do balneário perante uma resposta sem qualquer tipo de cabimento ou sequer lógica, para que o meu filho fosse mais uma vez preterido do grupo, assumo que poderei ter exagerado nos protestos… ― Quem não o faria? ― Mas enfrentei sempre olhos nos olhos, quem tinha a obrigação de ter outra atitude e dignidade…nunca esteve presente o no meu pensamento o confronto físico mas sim o respeito que eu e o meu filho exigimos que tenham connosco, como sempre tivemos para com os outros.
― A única palavra que ouvi da parte dos seccionistas foi ― Que isto era para ser resolvido na AAE e não em casa alheia, ― Ao que respondi não senhor, foi aqui que criaram o problema, é aqui e a frente de todos que deve ser discutido, têm que compreender que tipo de gente é esta, ― não existiu um único telefonema de ninguém avisando porque? ― Mas devo salientar o “esforço” do Fernando para que não existisse contacto físico pois o Daniel assim estava disposto, nesta fase.
― Agora os mais desatentos perguntam; Mas porque não jogou esse atleta? ― O que vos posso explicar é que no domingo 4-05-2008 ao fim da tarde apresentava um estado febril, pelo que iniciou tratamento, como a situação agravou-se na segunda feira de manha, não foi para a escola e eu, respeitando as pessoas “coisa que não recebi em troca esta época”, enviei uma mensagem para o delegado “Daniel Machado” com o seguinte conteúdo; ― O atleta não vai ao treino de terça e quarta-feira visto estar doente, quanto ao jogo caso esteja bem fisicamente e psicologicamente podem contar com ele.
Agora pergunto qual foi o erro que cometi? ― Foi de português? ― Ou foi o de ter informado e não o deveria ter feito? ― Será motivo para que este atleta não possa jogar depois de se ter deslocado de sua casa até ao pavilhão sem nunca ter recebido qualquer informação por parte desses ditos (ir) responsáveis que não jogava? ― Afinal quem procedeu mal? ― Onde fica o respeito? ― Devo ter algum por estes indivíduos? ― Por certo vai existir aquele que pensa ― mas ele não treinou, então não deve jogar! ― Mas se isso fosse assim, mais dois atletas não poderiam também jogar, pois nessa semana também não treinaram inclusive um deles até esteve também doente com “varicela”, na semana anterior o filho dos seccionista também não treinou mas foi jogar e como é normal jogou mais tempo que os mais velhos “ tem sido sempre assim este ano”, depois desta explicação caem por terra todas e quais quer desculpas ou suposições, apenas fica a certeza, que pretendiam afastá-lo a qualquer preço abrindo assim uma vaga para os filhos dos que mais interessa “seccionistas dos Infantis dos escolares e porque não também do senhor José.
Depois desta posição dos (ir) responsáveis só teria um atitude a tomar, conversar com o meu filho dar-lhe a minha opinião e a decisão teria que partir dele, caso quisesse jogar até final da época, faria o esforço “ enorme ” mas estou aqui na terra para o ajudar, dei-lhe dois dias para pensar, ou seja ate a hora do treino de terça-feira, ― Foi neste momento que devo salientar o grande carácter e personalidade que o miúdo já demonstra apesar de ser ainda muito jovem, por sua vontade logo na segunda-feira informou-me, ― Como não sei que mal fiz para ser punido, a partir de segunda-feira deixo o clube, estou farto do Daniel só me pune a mim, ilibando constantemente todos os outros (os que fazem parte do sistema), ― A esta posição sou obrigado a tirar-lhe “o chapéu”, esta adulto, entende que certas pessoas ali só lhe querem mal, nunca em momento algum o iriam ajudar caso necessita-se, assim sendo, o melhor de facto é sair e já.
Nesse mesmo dia desloquei-me ao pavilhão para falar com o presidente e só com ele, mostrei-lhe documentos comprovativos do que aqui escrevo, agradeci tudo o que o clube pôs a disposição dele enquanto ali praticou a modalidade de hóquei patins, mas a partir daquela data e hora (12-05-2008 22:05) deixava de ter qualquer ligação ao clube AAE, nada tem contra o respectivo clube, mas sim com o respectivo grupo dos 6, o presidente perguntou o porque de tal decisão ― informei-o que o atleta tinha sido proibido de jogar no domingo anterior ― ao qual ele respondeu que neste clube ninguém proíbe ninguém de praticar desporto a não ser que tivesse feito algo de grave ― respondi: ― e fez, esteve doente.
Mais uma vez agradeci e sai com a cabeça aliviada, e feliz.

Antes de terminar quero deixar aqui uma última palavra para todos que contribuíram para que o atleta saísse do clube mais cedo, relembro os desatentos que apenas aceleraram o que já estava decidido desde Dezembro de 2007 “ joelheiras e luvas “, para eles o meu muito.

OBRIGADA

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