O jogo sempre esperado pela maioria dos atletas seja qual for a competição que falemos, são os ditos jogos com os (grandes), a AAE realizava o seu segundo jogo nesta competição recebendo o FCP, para todos deveria ser uma motivação extra, onde seria possível demonstrar as capacidades, quer tácticas do treinador, quer técnicas dos jogadores.
Mas, nada disso mais uma vez se verificou, pelo contrário, se à uns meses a traz escrevi que fiquei triste com postura dos atletas de submissão num jogo também com o FCP, dessa vez em Gulpilhares no escalão de iniciados, se na passada quarta-feira voltei a ficar triste em ver novamente o Gulpilhares, a submeter-se ao FCP com uma táctica demonstrativa de inferioridade, que se tornou num dos jogos mais feios que assisti por falta de atitude não só dos jogadores mas também do seu maior responsável o treinador, pensei, que após ter publicado um excerto de vídeo desse jogo, servisse para que o treinador da AAE não cometesse o mesmo erro e demonstrasse que nada tinha a perder fosse qual fosse o resultado final. Se teve “Medo” não o devia ter pois ao assumir jogar o campeonato com iniciados no escalão de Juvenis já esta a assumir um risco, então porquê não jogar o jogo pelo jogo, com o fez por exemplo com os Carvalhos, – não me parece que tenham feito uma má figura nesse jogo, de facto também o perderam mas saíram de cabeça erguida.
Ontem apesar dos quatro a zero do primeiro tempo, e de terem estado durante oito minutos a perder apenas por um a zero, não deixa de ser muito pouco motivador para os atletas não lhes ser possível jogar em toda a largura do recinto. Jogar defendendo à zona (quadrado) no meu entender é uma forma encapuçada de demonstrar a nossa inferioridade perante o nosso opositor, – só vejo equipas assim jogar nos mais variados escalões quando sabem que não têm argumentos para o seu adversário, mas, ontem, a composição do grupo da AAE permitia que fossem libertados todos os fantasmas do MEDO e lhes dessem a possibilidade de lutar por um resultado ou uma exibição melhor, nenhuma derrota por qualquer número lhes tirava o brilho, apenas lhes dava estofo para no futuro poderem encarar de cabeça bem levantada qualquer adversário.
Ao FCP foi-lhes dada a possibilidade de fazer o que queria, quando queria e como queria, no decorrer da partida, já os atletas da equipa da casa quando se libertavam das amarras defensivas lá criavam uma ou outra situação de possível concretização.
Foi este o cariz do jogo não só da primeira parte como da segunda, apenas devo salientar a obtenção de mais seis golos para o FCP e um para a AAE.
Cinco inicial: Lucas, Henrique, Pedro, Edgar e Filipe (Cap.1)
Jogaram ainda: Joel, Rafael, Carlos e Diogo
Treinador: João Barbosa
Massagista: Cila
Seccionistas: Alfredo e José
Faltas: 4-6 (só)
Marcha do marcador:
1º Tempo 0-1; 0-2; 0-3; 0-4
2º Tempo 0-5; 0-6; 0-7; 0-8; 0-9; 0-10; 1-10
Arbitro: Manuel Santos teve o seu jogo mais tranquilo da sua carreira, apenas 10 faltas no decorrer da partida, e a sinalização dos onze golos, foi apenas esse o seu trabalho.
Assistência: 43 pessoas, já nem o FCP arrasta multidões…
AL
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