Já tinha avisado (depois da observação que fiz em jogos anteriores) que este seria um dos jogos mais difíceis que a AAE teria no que diz respeito a equipas do seu campeonato… dada a forma de jogar da equipa do Vigorosa, sempre muito pressionam-te.
Este jogo teve apenas 25 minutos de aquecimento dado que o pavilhão estava ocupado com um jogo de futebol de salão de amigos (barrigudos) – pergunto; Uma prova oficial não tem prioridade no que diz respeito a jogos amigáveis? Ou o ARTIGO 41º também se aplica mesmo não sendo jogos sobre a mesma entidade organizadora?
ARTIGO 41º (Horário dos jogos – tolerâncias a considerar) 3 Se o início do jogo for retardado devido ao final tardio de um jogo de hóquei em patins – realizado na mesma pista, sob a égide da entidade organizadora – os árbitros têm de conceder 15 (quinze) minutos de tolerância adicional, para que as equipas se "apresentem em pista" e façam o seu aquecimento, tempo esse que será contado a partir da hora em que terminar o jogo anterior.
Mas passemos ao jogo, o Vigorosa entrou forte no jogo, a AAE sentiu algumas dificuldades inicias, no entanto foi acalmando com o decorrer dos minutos e impondo também ela o seu jogo.
Não existia muitos cuidados defensivos de ambos os lados, o jogo era rápido e com um objectivo bem definidos, a procura do golo, o Vigorosa foi mais feliz nesse aspecto pois inaugurou o marcador estavam decorridos cinco minutos de jogo, beneficiando de um golo que podemos chamar de “esquisito” a bola entrou aos repelões e depois de alguns ressaltos, – o que conta são as que entram e nesse aspecto os da casa já estavam na frente. Mais uma vez a AAE voltava a ter que ir à procura do empate, até o conseguirem passaram dez minutos, neste tempo que decorreu existiram varias situações de golo para ambos os lados, a AAE dispôs de uma grande penalidade a seu favor que viria a desperdiçar, o jogo era intenso e digno de ser visto, – os jogadores em pista assim como os que entraram no decorrer da partida deram um bom espectáculo a quem estava no pavilhão.
Faltavam quatro minutos para o intervalo quando a AAE chegou ao empate, era mais que merecido nessa altura para a AAE. Até ao intervalo existiram ainda situações de golo em que as mais flagrantes foram para a AAE, não concretizou e chegou o intervalo merecido para os atletas pois necessitavam de algum descanso.
O segundo período foi muito semelhante ao primeiro apenas existiu uma diferença a concretização foi melhor, a equipa da casa adiantou-se novamente, mas a AAE respondeu e chegou de novo ao empate, estava intenso o jogo… o Vigorosa voltou para a frente depois de nova desatenção dos defesas bem dentro da área do Espinho.
Estes miúdos são mesmo de um carácter forte e voltaram a procurar o golo que lhe desse o empate, aproveitando a decima falta da equipa da casa conseguiram concretizar o livre directo restabelecendo a igualdade. Como disse no inicio, o Vigorosa também é uma equipa que nunca desiste e necessitou de um minuto para voltar para a frente. Nos seis minutos que faltavam existiram uma mão cheia de situações de possível golo para ambos os lados, mas as forças já débeis diminuíam o esclarecimento, o que dificultava o discernimento dos jogadores, não se lhes pode pedir mais, pelo contrario devemos de os aplaudir pela excelente campanha que têm feito até ao momento, nunca se esqueçam que alguns são iniciados e em pista por vezes existe uma diferença de três anos sobre alguns atletas e isso tem muita influencia no jogo, mesmo assim não me canso de dizer que se têm portado todos à altura.
O empate se existisse seria justo e merecido, no entanto aceito a vitória do Vigorosa acabou por ser mais eficaz.
Cinco inicial: Joel, Carlos, Henrique, Edgar (2) e Filipe (Cap.1)
Jogaram ainda: Rafael, Pedro e Diogo
Jogadores não utilizados: Lucas
Treinador: João Barbosa
Massagista: Cila
Seccionistas: Alfredo e José
Faltas: 11-10
Marcha do marcador:
1º Tempo 1-0; 1-1
2º Tempo 2-1; 2-2; 3-2; 3-3; 4-3
Arbitro: Paulo Santos, poderá ter estado menos bem em algumas análises, mas no cômputo geral não teve influência no resultado.
Assistência: 86 pessoas.
AL
Este jogo teve apenas 25 minutos de aquecimento dado que o pavilhão estava ocupado com um jogo de futebol de salão de amigos (barrigudos) – pergunto; Uma prova oficial não tem prioridade no que diz respeito a jogos amigáveis? Ou o ARTIGO 41º também se aplica mesmo não sendo jogos sobre a mesma entidade organizadora?
ARTIGO 41º (Horário dos jogos – tolerâncias a considerar) 3 Se o início do jogo for retardado devido ao final tardio de um jogo de hóquei em patins – realizado na mesma pista, sob a égide da entidade organizadora – os árbitros têm de conceder 15 (quinze) minutos de tolerância adicional, para que as equipas se "apresentem em pista" e façam o seu aquecimento, tempo esse que será contado a partir da hora em que terminar o jogo anterior.
Mas passemos ao jogo, o Vigorosa entrou forte no jogo, a AAE sentiu algumas dificuldades inicias, no entanto foi acalmando com o decorrer dos minutos e impondo também ela o seu jogo.
Não existia muitos cuidados defensivos de ambos os lados, o jogo era rápido e com um objectivo bem definidos, a procura do golo, o Vigorosa foi mais feliz nesse aspecto pois inaugurou o marcador estavam decorridos cinco minutos de jogo, beneficiando de um golo que podemos chamar de “esquisito” a bola entrou aos repelões e depois de alguns ressaltos, – o que conta são as que entram e nesse aspecto os da casa já estavam na frente. Mais uma vez a AAE voltava a ter que ir à procura do empate, até o conseguirem passaram dez minutos, neste tempo que decorreu existiram varias situações de golo para ambos os lados, a AAE dispôs de uma grande penalidade a seu favor que viria a desperdiçar, o jogo era intenso e digno de ser visto, – os jogadores em pista assim como os que entraram no decorrer da partida deram um bom espectáculo a quem estava no pavilhão.
Faltavam quatro minutos para o intervalo quando a AAE chegou ao empate, era mais que merecido nessa altura para a AAE. Até ao intervalo existiram ainda situações de golo em que as mais flagrantes foram para a AAE, não concretizou e chegou o intervalo merecido para os atletas pois necessitavam de algum descanso.
O segundo período foi muito semelhante ao primeiro apenas existiu uma diferença a concretização foi melhor, a equipa da casa adiantou-se novamente, mas a AAE respondeu e chegou de novo ao empate, estava intenso o jogo… o Vigorosa voltou para a frente depois de nova desatenção dos defesas bem dentro da área do Espinho.
Estes miúdos são mesmo de um carácter forte e voltaram a procurar o golo que lhe desse o empate, aproveitando a decima falta da equipa da casa conseguiram concretizar o livre directo restabelecendo a igualdade. Como disse no inicio, o Vigorosa também é uma equipa que nunca desiste e necessitou de um minuto para voltar para a frente. Nos seis minutos que faltavam existiram uma mão cheia de situações de possível golo para ambos os lados, mas as forças já débeis diminuíam o esclarecimento, o que dificultava o discernimento dos jogadores, não se lhes pode pedir mais, pelo contrario devemos de os aplaudir pela excelente campanha que têm feito até ao momento, nunca se esqueçam que alguns são iniciados e em pista por vezes existe uma diferença de três anos sobre alguns atletas e isso tem muita influencia no jogo, mesmo assim não me canso de dizer que se têm portado todos à altura.
O empate se existisse seria justo e merecido, no entanto aceito a vitória do Vigorosa acabou por ser mais eficaz.
Cinco inicial: Joel, Carlos, Henrique, Edgar (2) e Filipe (Cap.1)
Jogaram ainda: Rafael, Pedro e Diogo
Jogadores não utilizados: Lucas
Treinador: João Barbosa
Massagista: Cila
Seccionistas: Alfredo e José
Faltas: 11-10
Marcha do marcador:
1º Tempo 1-0; 1-1
2º Tempo 2-1; 2-2; 3-2; 3-3; 4-3
Arbitro: Paulo Santos, poderá ter estado menos bem em algumas análises, mas no cômputo geral não teve influência no resultado.
Assistência: 86 pessoas.
AL
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