AA Espinho 6 CD Povoa 2
A época aproxima-se das decisões, neste jogo não se podia desperdiçar
os três pontos em disputa se pretendiam manter acesas as possibilidades de
atingir os objectivos.
A equipa da AAE entrou
novamente bem no jogo, assim que o arbitro deu inicio à partida os Mochos empurraram
o Povoa para a sua área, esta atitude deu frutos muito cedo, passavam apenas dois
minutos de jogo e a equipa da casa adiantava-se no marcador, – na bancada pensou-se
que o marcador poderia dilatar-se, mas isso não aconteceu, apesar das muitas situações
de golo criadas pela AAE, só a seis minutos do intervalo voltamos a ver novo
golo e no minuto seguinte foi novamente a equipa da casa a ampliar o marcador
para três a zero, a superioridade da AAE era notória, quer no plano técnico ou táctico,
no entanto existe uma lacuna ou défice nesta equipa “a concretização” são
capazes de criar variadas situações de golo mas existe muita dificuldade em concretizar.
O jogo até ao intervalo teve mais uma mão cheia de boas jogadas que poderiam
ter dilatado o marcador, mas a oposição do redes visitante ou a tal ineficácia
não possibilitou que existissem mais golos neste primeiro tempo, quanto ao Povoa
foi uma equipa simpática que jogou o seu jogo, mas ficou bem patente a
diferença de idades e de ritmo dos atletas (os do Povoa são mais novos) faziam
alguns contra-ataques mas quase sempre sem perigo. O intervalo chegou com o
resultado de três a zero a favor da AAE.
No segundo tempo as características do jogo mantiveram-se inalteráveis,
a AAE sempre a comandar as operações em pista criando situações de golo suficientes
para ampliar o marcador, mas o problema é conhecido e nos vinte minutos deste período
voltaram a conseguir apenas três golos dos muitos que ficaram por concretizar,
já o Povoa esteve melhor na concretização neste período, das quatro ou cinco situações
que dispôs concretizou duas obtendo ai os seus golos neste jogo, desperdiçou um
livre directo (décima falta da AAE), por sua vez a AAE também não converteu uma
grande penalidade, neste aspecto estiveram empatados.
O jogo viria a terminar com o resultado de seis a dois, com
os três pontos da vitória a ficarem em casa, não existindo qualquer contestação
ao resultado mais que justo para a AAE, o Povoa sai deste jogo também satisfeito
pela prestação dos seus atletas que jogaram dentro das suas possibilidades e
quando assim é nada se deve apontar.
Arbitro, Nuno André Sequeira, uma arbitragem exemplar.
Faltas: 12-9
Marcha marcadora:
1ª Parte: 1-0; 2-0; 3-0
2ª Parte: 4-0; 4-1; 5-1; 6-1; 6-2
Jogaram de início: Joel, Filipe (cp2), Pedro Veloso, Carlos
e José Pedro (2)
Jogaram ainda: Francisco, Edgar, Henrique (1), Ruben (1) e Dany
Jogadores não
utilizados:
Treinador: Barbosa
Seccionista: Alfredo
Massagista: Sr. Monteiro
Assistência: Segundo informação obtida junto da organização
esta seria a melhor casa (nas previsões) dado os ingressos solicitados pelo
clube visitante, mas, as condições climatéricas retiveram 8 autocarros no trajecto
para o pavilhão não chegando sequer a passar na portagem, por esse motivo tivemos
se não a menor, uma das menores assistências da época apenas 29 adeptos, muito
pouco para uma equipa que está a lutar pela primeira posição na prova.
AL
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