Não á GUERRA - No to WAR na Ucrânia, ou noutro lado qualquer

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Reviver o passado

Este Domingo estava tentado a passá-lo em família, o cansaço e alguma desilusão condicionava este meu estado de espírito.

Mas para mim, a palavra tem um valor incalculável, talvez uma coisa parecida a 10 elevado a infinito…como tal, tive necessidade de sair para cumprir a minha palavra dada, a uma menina de tenra idade que fazia ontem o seu primeiro jogo de hóquei patins, e, como à algum tempos atrás lhe tinha prometido que, – quando ela efectuasse o seu primeiro jogo eu estaria lá presente para fazer uma reportagem à AL, não falhei.

Ainda antes do inicio da partida lá entrava eu no pavilhão, rapidamente a descortinei no meio da sua equipa, seus cabelos esvoaçavam com a sua deslocação e indicavam a sua presença, seus pais e irmão, também deram pela minha chegada e julgo que ficaram contentes por me ver, pois também para eles era um reconhecimento da minha forma de estar não só na modalidade como na vida.

Com o início da partida, o cansaço foi desaparecendo assim como a desilusão, talvez porque, recordei os meus primeiros dias também nesta modalidade em acompanhamento do meu filho quando ele fez esse seu primeiro jogo que guardo religiosamente. Estes, inocentes atletas dão uma lição enorme aos adultos, jogam pelo simples prazer de jogar e participar, independentemente do resultado, pouco importa se vencem ou não, o importante é fazerem parte de uma equipa e jogar.



Senti alguma saudade ao ver estes atletas e vontade de recuar, para puder voltar à situação em que os meandros do incógnito ainda não se fazem notar em abundância, assim como o resultado não é ainda o mais importante, mas, o tempo não permite que assim se faça, somos obrigados a viver, aceitar, suportar, engolir, pois se não tivermos capacidade para digerir da mesma forma como faz o estômago, esse importante órgão muscular, passaremos um mau bocado.

À pouco tempo atrás declinei um convite, ontem quando estive bem perto de quem mo fez e da sua equipa senti por instantes o prazer que essa pessoa deve ter quando esta junto aos seus atletas, ao mesmo tempo julgo que entendi o porque de “ele” nunca ter dado o salto, estes miúdos são o máximo da modalidade, a forma como eles o escutam, a humildade que demonstram mesmo quando estão a ser chamados à atenção, a determinação, a espontaneidade ou a alegria de todos eles é contagiante e motivador.

Regressei a casa pensativo nisto que acabo de escrever e em mais alguns pensamentos que não consegui passar hoje para o teclado, mas, uma coisa deve dizer:

Obrigada,  ANA RITA pelo convite, espero que tenha alguma foto de teu agrado, sei que ainda vais ser melhor do que o teu irmão…

AL                        

As minhas fotos escolhidas

 Alguma nostalgia na face do Casimiro
Nestas alturas se vê o caracter de cada um...
  Este fim-de-semana sorriu o que não é muito normal.
 Mais uma Soberba actuação.

Até o delegado esta atento à táctica.

 Este arbitro é mesmo engraçado, até me faz rir...
Que bela festinha depois do golo do colega.

AL

Á terceira foi de vez …venceu a AAE.


AA Espinho 4 ACR Gulpilhares 3
A quarta jornada trazia a Espinho um derby, o vizinho Gulpilhares percorria os 8 quilómetros que separam os dois pavilhões, trazendo na bagagem a vontade de conseguir o mesmo que na época passada. Já os mochos, a jogar em casa tinham vontade de rectificar o resultado da época anterior, – e diga-se que ficou atravessado, para isso contavam com todos os elementos da época anterior mais dois reforços, eram por isso candidatos ao triunfo na partida, respeitando sempre o seu opositor.
A partida iniciou-se com velocidade das duas equipas, mais do lado da AAE que conhecia melhor o recinto, o Gulpilhares como é normal disputa sempre estes jogos também com muita intensidade, este inicio também não fugiu à regra, mesmo assim, foi a equipa da casa que aproveitando esta postura  inaugurou o marcador quatro minutos depois do apito inicial, – se ainda não era justo, mais para a frente nesta primeira parte acabaria por justificar.
Seguiu-se uma tentativa de reacção do Gulpilhares, mas não era a tarde deles neste primeiro tempo, a pressão alta efectuada pelos jogadores da AAE faziam com que os atletas do Gulpilhares perdessem muitas bolas ou tivessem necessidade de efectuar passes sem ligação, a AAE poderia e deveria ter conseguido dilatar o marcador, pois criou varias situações para o efeito, mas foram pouco eficazes neste aspecto (concretização) depois do primeiro golo. O jogo continuava intenso e como o resultado se mantinha na diferença mínima, os adeptos assistiam concentrados ao desenrolar da partida, já na fase em que o intervalo se aproximava e depois de algumas alterações efectuadas por ambos os treinadores, a AAE volta a marcar, – mais que justa a vitoria neste momento, até pecava por escassa, faltavam quatro minutos para o intervalo e AAE queria ampliar ou manter este resultado até esse momento. As situações surgiram mas ficaram só por situações, já o Gulpilhares conseguiu um balão de oxigénio a cinco segundos do intervalo com a marcação do seu primeiro golo, não era justa a diferença mínima para o jogo realizado pela AAE neste primeiro tempo, mas, o desporto não tem resultados pela justeza.
No segundo tempo o jogo foi diferente, o Gulpilhares recuperado com o dito “oxigénio” entrou a comandar o jogo procurando o empate que viria a conseguir seis minutos depois do inicio do segundo tempo, os atletas da AAE voltaram a mostrar que têm valor ”todos” e não se desorientaram, pelo contrario, nos quatro minutos seguintes marcaram dois golos chegando aos 4-2, quando faltavam nove minutos para o fim.  A perder o Gulpilhares foi buscar forças ao seu interior e partiu para cima da AAE, nesta altura criou muitas dificuldades ao grupo da casa, essa procura da bola fez aumentar o numero de faltas e ao chegar à decima originou uma oportunidade para a AAE encerrar o jogo, o jogador encarregue de marcar esse livre directo não consegui desfeitear o redes visitante, novamente o Gulpilhares recebeu outro “balão de oxigénio” e desta vez trazia esperança, pois a três minutos do fim do jogo reduz para a diferença mínima novamente.
A partir desta altura foi a pior fase para a equipa da casa, passou a utilizar única e exclusivamente o contra-ataque sempre que recuperava a bola e em vez de ter posse de bola para retirar o ímpeto ao adversário, fazia esses ataques sempre com muita rapidez perdendo a bola também rapidamente, o que originava constantes ataques do Gulpilhares e sempre com mais posse de bola, foi então que surgiu o “desequilibrador” o redes da casa, esteve soberbo, dando uma confiança enorme aos seus colegas, defendeu tudo o que lhe surgiu pela frente, foram três minutos de trabalho intenso mas compensador, o Gulpilhares nunca deixou de acreditar e mesmo nos segundos finais, existiu uma bola que beijou o ferro e caiu quase sobre a linha de golo saindo sem que tenha entrado, – garanto, o apito final surge quase de seguida dando a vitoria aos atletas da casa.
Posso dizer que a vitoria foi justa para a equipa da casa pelo que fez no primeiro tempo, e pelo que conseguiu sofrer no segundo, como poderia estar agora a escrever que o empate era justo para o Gulpilhares, no entanto desta vez foram mais certeiros os atletas da casa.
Parabéns a ambas as equipas que proporcionaram um excelente jogo de hóquei, antes de terminar aconselho concentração aos jogadores da AAE para o próximo jogo pois o próximo opositor foi empatar a casa do Alfena.        

Arbitro, Bruno Antão, uma arbitragem em que cometeu erros (graves) para os dois lados, mas nas pequenas decisões esteve sempre muito em cima e preocupado, deve rever as regras.  

Faltas: 8-13
Marcha marcadora:
1ª Parte: 1-0; 2-0; 2-1
2ª Parte: 2-2; 3-2; 4-2; 4-3
Jogaram de início: Joel, Filipe (cp2), Henrique (1), Carlos e José Pedro (1)
Jogaram ainda: Edgar, Pedro e Ruben
 Jogadores não utilizados: Francisco e Dany
Treinador: Barbosa
Seccionista: Alfredo
Massagista: Cila
Assistência: Dois autocarros originários de Gulpilhares, acrescentaram mais 104 adeptos aos 401 da casa, que assim preencheram muito e bem as bancadas do pavilhão Arquitecto Jerónimo Reis ontem para assistir ao jogo de juvenis.
AL

domingo, 14 de outubro de 2012

Esta semana assista ao vivo aos seguintes jogos de hóquei

Benjamins
AA Espinho (folga)

Escolares
AA Espinho (folga)

Infantis
ACR Gulpilhares com AA Espinho (21-10-2012 11:00)

Iniciados
ACR Gulpilhares com AA Espinho (21-10-2012 10:00)

Juvenis
CD Povoa com AAE (20-10-2012 14:30)

Juniores
CD Povoa com AAE (21-10-2012 11:30)

AL

5.ª Jornada Campeonato distrital de Juvenis série A e B

5ª Jornada
Data 20-10-2012


C I Sagres 6 CS Alfena A 2
CD Povoa 1 AA Espinho 4
ACR Gulpilhares 17 CP Sobreira 1
GDC Fanzeres 12 Ola Mouriz -ADCR 1
FolgaCA Bragança
Juvenis Série B
5ª Jornada

CS Alfena B com CH Carvalhos
AD Valongo com AD Penafiel
CRPF Lavra com Juv Pacense
E Vigorosa S com Dragon Force
Folga ACD VB Bispo

AL

Ficaram assim os jogos desta semana

Benjamins
AA Espinho 11  ACR Gulpilhares 3

Escolares
AA Espinho 5  ACR Gulpilhares 3

Infantis
HC Paço Rei 2 AA Espinho 10

Iniciados
AA Espinho 2 HC Paço Rei A 5

Juvenis
AA Espinho 4  ACR Gulpilhares 3

Juniores
AA Espinho 5 ACR Gulpilhares 4


AL

Pensamento da semana

Pensamento da semana

A rebeldia do jovem nasce e cresce na explosão dos sentimentos agudos na inquietação de não poder fazer tudo.

Erasmo Shallkytton

AL