No passado sábado realizou-se o jogo AAE com o ACR Gulpilhares em juvenis, até aqui nada de novo – jogos entre estes dois clubes já existiram bastantes, no entanto, para mim e em particular mais directamente para o Edgar Lopes, este jogo era especial.
Se na primeira vez que deixou o Gulpilhares para ingressar na AAE – já lá vão mais de oito anos, sofreu bastante quando se deslocou a Gulpilhares para jogar com a sua antiga equipa, – sei que não foi fácil, ainda era muito novo e não entendia que na vida nem sempre estamos do lado dos nossos amigos, no entanto, se eles existirem, pouco importa a cor da nossa camisola, teremos que a dignificar sempre no período que estivermos em competição, fora disso devemos manter e fortalecer os elos que nos uniam anteriormente, o convívio com todos, as amizades com alguns e o respeito pela instituição, devem continuar.
Se no passado recente efectuou o caminho inverso, saiu da AAE e ingressou no Gulpilhares, – clube que defendeu nas ultimas três épocas, sempre com respeito por todos – o mesmo já não terá sucedido com alguns perante ele, com dedicação, esforço e empenho, sempre que foi chamado a defender tais cores, honrou a camisola em todos os jogos que realizou por esses recintos do país. Neste período nunca o sorteio oficial juntou as duas equipas para se defrontarem, não foi por isso necessário sofrer de novo pelos amigos que desta vez deixou na AAE.
Mas o destino e não só… por vezes obrigam-nos a tomar decisões, decisões essas, que depois de bem ponderadas devemos encarar com naturalidade as mudanças que delas surjam.
Os amigos por muito importantes que sejam nas nossas vidas, não devem ser entraves, mas sim ajudas, e a eles devemos pedir apenas que continuem a ser nossos amigos independentemente do lado onde estejamos, só assim podemos continuar a nossa caminhada para atingirmos os nossos objectivos, minimizando o sofrimento de quem perde alguma coisa de que gosta.
Se na primeira vez que deixou o Gulpilhares para ingressar na AAE – já lá vão mais de oito anos, sofreu bastante quando se deslocou a Gulpilhares para jogar com a sua antiga equipa, – sei que não foi fácil, ainda era muito novo e não entendia que na vida nem sempre estamos do lado dos nossos amigos, no entanto, se eles existirem, pouco importa a cor da nossa camisola, teremos que a dignificar sempre no período que estivermos em competição, fora disso devemos manter e fortalecer os elos que nos uniam anteriormente, o convívio com todos, as amizades com alguns e o respeito pela instituição, devem continuar.
Se no passado recente efectuou o caminho inverso, saiu da AAE e ingressou no Gulpilhares, – clube que defendeu nas ultimas três épocas, sempre com respeito por todos – o mesmo já não terá sucedido com alguns perante ele, com dedicação, esforço e empenho, sempre que foi chamado a defender tais cores, honrou a camisola em todos os jogos que realizou por esses recintos do país. Neste período nunca o sorteio oficial juntou as duas equipas para se defrontarem, não foi por isso necessário sofrer de novo pelos amigos que desta vez deixou na AAE.
Mas o destino e não só… por vezes obrigam-nos a tomar decisões, decisões essas, que depois de bem ponderadas devemos encarar com naturalidade as mudanças que delas surjam.
Os amigos por muito importantes que sejam nas nossas vidas, não devem ser entraves, mas sim ajudas, e a eles devemos pedir apenas que continuem a ser nossos amigos independentemente do lado onde estejamos, só assim podemos continuar a nossa caminhada para atingirmos os nossos objectivos, minimizando o sofrimento de quem perde alguma coisa de que gosta.
Que me desculpem todos os outros que também sei que são amigos dele, não estão desta vez na foto, existirão tenho a certeza mais oportunidades, desta vez foi o Rafael da próxima será o Amaral o Batata, o Zé ou outro qualquer, mas, o fundamental é saber que eles existem.
AL
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